segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

ECOS DO SILÊNCIO

Saudações.
É com muito orgulho que a SONARQ convida a todos para prestigiarem o lançamento do livro...
ECOS DO SILÊNCIO
A memória indígena recusada
de WALNER BARROS SPENCER 
A ser lançado oficialmente em...

Data: 12/01/2011 (4a-FEIRA)

Local: LIVRARIA SICILIANO (MIDWAY MALL)

Horário: A PARTIR DAS 19H00 (horário local)



     A obra de Walner Barros Spencer analisa a composição do patrimônio histórico nacional no Rio Grande do Norte para entender sua correspondência e coerência em relação aos ordenamentos constitucionais que dizem respeito à memória indígena como uma das diferentes etnias formadoras da sociedade brasileira.
     Enfoca, assim, a importância do Passado na criação e consolidação da identidade de um povo, particularmente o do Rio Grande do Norte.
   Analisa o patrimônio presentemente cultuado, as memórias que são recusadas e os elementos patrimoniais que desapareceram do discurso social, ou que foram alterados em seus objetivos e que não são protegidos por não parecerem merecedores à sociedade.
     São apresentados, estudados e fundamentados, portanto, três dimensões do patrimônio histórico: o da Capela de Cunhaú, o contraditório; o da Aldeia Velha de Igapó, o recusado; os sítios arqueológicos com gravuras e pinturas rupestres, o desconsiderado.




Prestigiem!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Atualização: SONARQ - MEIO AMBIENTE

Solidários à causa de nosso amigo e companheiro de atividades, também estamos divulgando este evento:

A AMEPONTANEGRA (Associação dos Moradores, Empresários e Amigos de Ponta Negra) -, juntou-se a SOS Ponta Negra, a ASPOAN, a ASSUSSA, a Filhos de Ponta, a Surfistas de Cristo, a ARSBAN, entre outras ONGs de Ponta Negra e de Natal, para organizar uma manifestação, agendada para acontecer neste Sábado (dia 14), às 9:00h da manhã, no pé do Morro do Careca.





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domingo, 23 de agosto de 2009

Atualização: SONARQ - ARQUEOLOGIA

Arqueologia...

Por muitos ela é definida como uma ciência que estuda não apenas os vestígios da ocupação humana em determinado local, mas principalmente, estuda o comportamento humano, localizando-o num determinado espaço de tempo e/ou numa determinada localidade geográfica, utilizando-se dos vestígios materiais produzidos e deixados por ela. Em suma, a arqueologia busca identificar, em elementos tangiveis, os traços culturais de um dado povo.

Imagem 01: Wikipedia - Encicloédia virtual livre, Arqueologia


Quando se busca, por exemplo, no GOOGLE - um dos mais populares sites de busca -, qualquer informação sobre arqueologia, um dos primeiros resultados encontrados é a definição feita pela WIKIPEDIA, famosa página de informações digitais, e que diz, em seu primeiro parágrafo:



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terça-feira, 13 de maio de 2008

Atualização: SONARQ - ARQUITETURA & URBANISMO


"Toda ciência é, em si, e para si, um grande desafio. Principalmente quando esta ciência é nova e, muito embora seja possua particularidades e singularidades que a faz se destacar das demais, ainda assim é, em seu início, carente de muitas das qualidades e atributos que uma ciência já alicerçada já possui, à custa de muito trabalho, investimento e tempo. O Turismo, enquanto ciência social aplicada, muito se aproxima de ciências como a História, por exemplo. Mas verdade seja dita: os objetos de seus interesses e estudos recaem tanto sobre o patrimônio histórico – principalmente em localidades e regiões dotadas de grande acervo material histórico – quanto sobre os patrimônios culturais e naturais e, se observa com freqüência, estes três tipos de patrimônios nem sempre se encontram em uma única localidade. O Rio Grande do Norte é uma das poucas regiões em que estes três patrimônios podem ser encontrados com grande facilidade e rica variedade quer estejam inseridos num conjunto amplo, que os engloba como um todo, quer estejam individualizados em micro universos, distintos entre si por suas características e peculiaridades."


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quarta-feira, 23 de abril de 2008

O Patrimônio somos nós.




O patrimônio histórico-cultural somos nós, ontem!

Afinal, ele significa uma herança comum à sociedade brasileira - o equivalente ao patrimoniu latino, isto é, bens formados por ascendentes, como um dote paterno ou familiar, e que devem fazer parte, por serem valiosos, das posses atuais e estar sob a guarda de um herdeiro.

O valor de tais bens não está gravado em sua materialidade, e nem a pressupõe, pois ele abrange elementos imateriais como as formas de expressão, os modos de viver, as tradições do fazer, as concepções e as crenças sobre a vida, enfim, tudo aquilo que compõe o farol que nos deve sugerir reflexão e nos guiar o comportamento, principalmente em áreas obscuras ou em tempos tormentosos pelos quais todos passamos, individual ou coletivamente.

Assim, como conceitua a nossa mexida e remexida Constituição, ele inclui todos aqueles bens que sejam suficientemente relacionados com a existência, a ação e a memória de grupos antecessores afeitos à construção da sociedade brasileira; define-os, como material e simbolicamente representativos, principalmente em suas capacidades e valores evocativos.

Nosso país é oriundo do trabalho, da dedicação, do ideal, do esforço, do amor, da paciência, das lutas, da reflexão, das esperanças, da honestidade de propósitos, da ética comportamental de milhares de ancestrais nossos. Próximos – como os pais e avós – e longínquos, como os velhos troncos seculares de cada família – e todos os têm, mesmo quando não os conhecem, o que é, infelizmente, o comum e corriqueiro.

A família, sua história e estrutura, o respeito aos que viveram anteriormente, é parte integrante da capacidade de resistência ética e de fortalecimento institucional de uma Nação. Como esperamos ser respeitados amanhã se hoje, de maneira displicente e descuidada, deixamos que os valores do Passado sejam pisoteados, conspurcados, esmigalhados sob o tacão da bota civil?

Bota de solado tão ou mais duro do que a de militares, pois se esconde e refugia sob a falácia de uma ilusão nascida da mentira repetidamente proferida – a de que a maioria numérica é superior aos direitos naturais dos indivíduos. Se os militares conseguiam o consenso através da intimidação pela força, os ‘civis da redemocratização’ o conseguem pela ignorância em que mantém as pessoas de modo geral. E, é claro, que esta manobra atua – por pura lógica - na massa formada pelas pessoas que não dispõem de instrução mínima, um mal causado politicamente à população e que é transformado em vantagem pela classe política.

Mas há algo que transcende a ignorância livresca, ou o academicismo vão. É a Tradição, que todos recebem em casa, vinda dos Pais. A tradição de honradez, de honestidade, de solidariedade para com o outro menos favorecido, mas sem a comiseração falsa, sem a caridade interesseira, sem o viés ideológico, sem a piedade ofensiva, que tira a dignidade do próximo, e, especialmente, sem a arrogância do poder.

Os sábios, quando possuem poder, se tornam mais pacientes, mais comedidos, mais compreensivos, mais responsáveis por todos, pois mais simples e amigáveis se tornam com o aumento da capacidade de ser obedecido.

Os sábios são pessoas superiores, pois assim se fizerem durante a vida, justo na época em que não possuíam poder. Isto os tornou superiores no pensar, no ser, no agir. Gente superior não troca a Superioridade – elemento permanente do espírito – pelo Poder, elemento passageiro e temporário.

Quem usa da Superioridade fica imortalizado nos gestos e nas benfeitorias que realiza no íntimo de outras pessoas, e se multiplica pelos tempos afora; quem usa do Poder pelo poder, cai no esquecimento tão logo a morte o alcance, quando não é amaldiçoado pela posteridade, o que é comum.

O arrogante é um inseguro, pois em seu íntimo sabe que o poder que exerce não lhe cabe, pois engana aos outros e sabe que é um engano. De onde, a inquietude que gera a grosseria, a brutalidade, a inconstância, e o medo de voltar ao seio das gentes.

Pessoas superiores são especiais e seguras de si, independentes do poder que possam eventualmente possuir; as inferiores, ao contrário, necessitam de guarda pretoriana a lhes resguardar de ataques tão logo se vêem desnudos do escudo do Poder.

Tradiçãol! Tradição não é ideologia, é comportamento! É responsabilidade com os que já se foram e que estiveram por aqui fazendo o melhor para a Pátria, para a Nação, para seus compatriotas.

E o fizerem bem usando o Poder dentro de cada família, mãe, pai, avós. Não é a toa que toda a ideologia totalitária, coletivista, socialmente tutelatória, não suporta a presença da família bem estruturada, sólida em princípios positivos, fundamentada em valores inarredáveis de convívio pacífico e de bom-senso.

O patrimônio histórico-cultural é a lembrança perene desses elementos de forte apelo social, por sobre os quais se constrói efetivamente uma Pátria que perdure. Ele desperta em cada um, mais do que a rememoração do passado coletivo, mas também a reflexão individual da criação familiar.

Aí reside a chave da questão, e problema que incomoda e que urge combater: o INDIVÌDUO.

Como não há individualidade sem pensamento reflexivo singular, ela oferece um enorme perigo para os que buscam perpetuar-se no poder.

Portanto, salvar o patrimônio cultural é manter viva a memória de todas as raças, dentro de todos os contextos e ao longo de todos os tempos da História deste nosso País.

Todo CIDADÃO, homem ou mulher, deve levar tal reflexão em consideração, para que seja um ancestral de boa cepa para os que descenderem dele.

O patrimônio histórico-cultural somos nós, amanhã!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Atualização: SONARQ - NOTÍCIAS


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Atualização: SONARQ - ARQUEOLOGIA

Expedição também ensejou pesquisas arqueológicas


"Até baixa-verdenses que se dedicam a estudar em profundidade seu município se surpreenderam ontem com revelações de cunho antropológico e arqueológico que vieram a público graças à visita que jipeiros fizeram a João Câmara, graças à presença, no comboio, dos professores Walner Spencer e Henrique Rodrigues, presidente e diretor, respectivamente, da Sociedade Norte-rio-grandense de Arqueologia e Meio Ambiente (Sonarq)."

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Atualização: SONARQ - MEIO AMBIENTE

Ocupação intensa da área da fonte assusta ambientalistas em Pureza*


"O que mais chamou a atenção dos participantes do comboio que a Trilhamiga levou ontem a conhecer as nascentes do rio Maxaranguape foi a utilização intensa da principal delas, a fonte de Pureza, por visitantes."



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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

COMBOIO - de João Câmara a Pureza

Jipeiros e Igarn realizam com sucesso expedição a Pureza e João Câmara*

"Alguns jipeiros natalenses realizaram neste domingo, 9, uma das mais edificantes expedições que a comunidade fora de estrada do Rio Grande do Norte já vivenciou em benefício desta unidade federativa. Trata-se da expedição que os levou a conhecer as nascentes do rio Maxaranguape, situadas nos municípios de João Câmara e de Pureza, que eles conheceram na companhia de outros conterrâneos interessados em verificar “in loco” as condições ambientais em que elas se encontram."


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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Atualização - ARQUITETURA & URBANISMO

A arquitetura produzida no Rio Grande do Norte e em Natal foi muito modesta em suas dimensões e soluções. Por ser uma província de poucos recursos financeiros, a arquitetura pouco se desenvolveu na sua totalidade e quase nada foi preservado.

Com a vinda da Coroa portuguesa para o Brasil, houve uma grande influencia européia na arquitetura e nos hábitos da população. Quase tudo era importado do velho mundo, inclusive alguns elementos arquitetônicos, como grades ferro rebuscadas inspiradas num novo movimento artístico que surgia na passagem do século XIX para o século XX: o art nouveau.
Assim como todos os estilos, o art nouveau chegou tardiamente ao Brasil e, principalmente, ao Rio Grande do Norte, e não se difundiu na sua totalidade, mesclando-se ao neoclássico, originou o ecleticismo.

Teatro Alberto Maranhão - Fonte: www.natal.rn.gov.br

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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Atualização - NOTÍCIAS

SONARQ visitará as nascentes do Maxaranguape


"A Sociedade Norte-rio-grandense de Arqueologia e Meio Ambiente (Sonarq), parceira da Trilhamiga em ofensivas que objetivam a preservação do patrimônio histórico e ecológico do Rio Grande do Norte, participará da próxima expedição a nascentes de rios que banham o território potiguar, a ser promovida em breve na região do Mato Grande. O anúncio da participação foi feito ontem pelo presidente da entidade, historiador, arqueólogo e antropólogo Walner Barros Spencer."

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Atualização - MEIO AMBIENTE

Clubes de jipeiros não se mobilizam pela limpeza de praias deste ano

"Os clubes que supostamente organizam a vida dos jipeiros natalenses e deveriam cuidar das responsabilidades sociais que mais os alcançam estão à margem dos preparativos da operação de limpeza de praias deste ano, evento mundial que será realizado depois de amanhã, mobilizando amplos segmentos da sociedade civil em mais de 120 países. A exemplo dos anos anteriores, a orquestração do evento no Rio Grande do Norte compete à organização não governamental Oceânica, mediante designação da australiana Clean Up, criadora do “Dia Mundial de Limpeza de Praia”. A operação nesta unidade federativa será realizada nas praias de Ponta Negra, que se destaca em plena área urbana de Natal; Cotuvelo, a sul, e Maracajaú, no litoral da capital potiguar, e na lagoa de Arituba."

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domingo, 9 de setembro de 2007

Nova postagem - ARQUEOLOGIA

Num Passado Não Tão Distante...


"Sábado e domingo passados, dia 01 e 02 deste mês, três membros diretores da SONARQ - o Presidente, Professor Dr. Walner Barros Spencer, historiador, arqueólogo e antropólogo; o Secretário, Henrique R. de Oliviera Jr. e o Tesoureiro, Rodrigo Cavalcante, ambos ambientalistas e graduandos em História - conduziram cerca de vinte alunos da disciplina de Arqueologia 2007.2 em sua primeira (e provavelmente única) atividade arqueológica acadêmica prática durante o curso. Sete alunos compareceram no primeiro dia, enquanto que, no dia seguinte, outros dez compareceram. Desta maneira, todos tiveram uma boa dose da atenção do professor que lhes leciona Arqueologia e que lhes lecionara Pré-história."


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terça-feira, 7 de agosto de 2007

NOVA POSTAGEM - Arqueologia

ARQUEOLOGIA: Definições (parte 2)

"A arqueologia nos fascina por oferecer uma visão de modos de vida perdidos no tempo, embora constituam, ainda hoje, parte integrante de nossa herança cultural. Aprender sobre os antigos egípcios, assírios, incas ou astecas é uma forma de eludir tensões geradas por deficiências econômicas, carências alimentar e conflito social. Entretanto, existem rações mais cadentes para impulsionar a investigação arqueológica. Satisfaz-me particularmente tornar este livro aces´sivel a leitores brasileiros porque permite refutar a ilusão de que as conquistas dos habitantes pré-históricos desta imensa porção do continente sul-americano não têm qualquer relevância para a solução dos problemas contemporâneos do Brasil." - Betty J. Meggers, América pré-histórica, p.11.


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quarta-feira, 1 de agosto de 2007

NOVA POSTAGEM - Noticias

Spencer e Levy comemoram inicio da parceria entre off roader e arqueólgo

Em correspondência que trocaram nos últimos dias, os presidentes da Associação Norte-rio-grandense de Arqueologia (Sonarq) e do Natal Land Club, historiador, antropólogo e arqueólogo Walner Spencer e engenheiro aeronáutico Levy Pereira, respectivamente, enalteceram o início da parceria que celebraram em campo, na tarde do último sábado, durante a pesquisa que compartilharam ao longo da “Trilha de Malembar”.

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segunda-feira, 30 de julho de 2007

NOVA POSTAGEM - Noticias

Jipeiros exploram a primeira estrada da história do Rio Grande do Norte

A exemplo do patrimônio artístico e histórico do Rio Grande do Norte, o acervo de informações a respeito de trilhas para atividades 4x4 no território desta unidade federativa experimentou um grande acréscimo com a realização da expedição que jipeiros e arqueólogos conterrâneos realizaram anteontem na região do litoral a sul de Natal marcada pela praia de Malembar e pela lagoa de Guaraíras, no município de Georgino Avelino.

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NOVA POSTAGEM - Noticias

Sucesso marca 1ª missão conjunta de arqueólogo e “off roader” natalenses

Revestiu-se do mais completo sucesso a primeira missão conjunta que jipeiros e arqueólogos natalenses fizeram juntos num esforço visando o desenvolvimento de um projeto muito mais abrangente, que tende a viabilizar várias expedições rumo a muitos cenários do território potiguar, na tentativa de identificar, mapear e ajudar a proteger sítios históricos e pré-históricos eventualmente ameaçados de destruição pela força do homem moderno.

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NOVA POSTAGEM - Meio Ambiente

Trilha de sábado resgatou lixo que participantes jogaram na prova

A julgar pelo lixo recolhido anteontem ao longo do trecho percorrido na sexta-feira e no sábado 20 e 21 do corrente pelos participantes do 19° “Raid da Meia Noite”, a comunidade jipeira de Natal e do Rio Grande do Norte ainda precisa de muito esforço de conscientização para se aperceber do mal que pratica ao jogar porcaria por onde passa.

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NOVA POSTAGEM - Arqueologia

"A arqueologia é uma forma de história e não uma simples disciplina auxiliar. Os dados arqueológicos são documentos históricos por direito próprio e não meras abonações de textos escritos. Exactamente como qualquer outro historiador, um arqueólogo estuda e procura reconstruir o processo pelo qual se criou o mundo em que vivemos - e nós próprios, na medida em que somos criaturas do nosso tempo e do nosso ambiente social. Os dados arqueológicos são constituídos por todas as alterações no mundo material resultante da acção humana, ou melhor, são os restos materiais da conduta humana. O seu conjunto constitui os chamados testemunhos arqueológicos. Estes apresentam particularidades e limitações cojas consequências se revelam no contraste bem visível entre a história arqueológica e a outra forma usual de história, baseada em documentos escritos." - V. Gordon Childe. Introdução à Arqueologia. Cap I, p 9.

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terça-feira, 3 de julho de 2007

SONARQ

Ambientalistas fundam a Sociedade Norteriograndense de Arqueologia e Meio Ambiente

A Sonarq, formada por pessoas preocupadas com a preservação do patrimônio histórico e com o meio ambiente, chega como um presente ao Rio Grande do Norte

A Sociedade Norteriograndense de Arqueologia e Meio Ambiente (Sonarq) foi fundada em Natal no último dia 12, às 18h, no hotel Manary, no bairro de Ponta Negra por um grupo de pessoas preocupadas em criar uma instituição social onde fosse possível unir força, conhecimento e vontade. Formada por profissionais de diversas áreas do conhecimento acadêmico, pretende lutar pela proteção e preservação do patrimônio cultural material do Rio Grande do Norte. “Incluindo, como tal as paisagens naturais notáveis e os locais de significação histórica de nosso Estado”, revelou o arqueólogo e historiador Walner Barros Spencer, professor do Departamento de História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Inicialmente, a sociedade tem entre os seus sócios Eufran de Oliveira Souza (antropólogo, contador e advogado), Eduardo Bagnoli (Geólogo, arqueólogo e ambientalista), Francisco Busch Magno (sociólogo do Ibama), Walner Barros Spencer (arqueólogo, historiador, sociólogo e antropólogo e professor do Dep. de História da UFRN), Douglas de Freitas Ramalho (mineralogista e advogado), Carmen Vera Araújo de Lucena (Assistente Social e especialista em Turismo), Miguel Santos de Barros Spencer (publicitário), Henrique Rodrigues de Oliveira Júnior e Rodrigo Cavalcanti Felipe, ambos da área de História.

Ações

Na reunião de fundação foi formada a primeira diretoria, tendo sido eleito como primeiro presidente Walner Barros Spencer, Vice-presidente, Douglas de Freitas Ramalho, secretário geral, Henrique Rodrigues de Oliveira Júnior e Rodrigo Cavalcanti Felipe como tesoureiro.

Além da eleição da diretoria executiva, o grupo tratou das primeiras ações da sociedade em vários níveis. “Decidimos organizar as atividades da Sonarq em várias etapas. Em primeiro lugar, precisamos consolidar a sociedade buscando a adesão de outros profissionais. Depois, a criação de meios de divulgação e acesso às informações, tais como página eletrônica, por exemplo. Em seguida, estipulamos uma data em julho para a primeira reunião de trabalho, quando discutiremos as linhas principais de ação, que deverão orbitar em torno da criação de um banco de imagens dos patrimônios materiais conhecidos e das informações concernentes a cada um. Posteriormente, será designada uma comissão para a visita de apresentação a órgãos públicos, autarquias, associações e empresas públicas e privadas que sejam diretas ou indiretamente responsáveis pelo patrimônio cultural material do Rio Grande do Norte. Por fim, uma comissão estudará meios de alavancar financeiramente a Sociedade”, disse Walner Spencer.

Parcerias

Com relação a parcerias com órgãos que já trabalham efetivamente na proteção ao meio ambiente, o presidente eleito declarou: “A SONARQ pretende unir seus esforços ao nosso nobre Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (Ihgrn), bem como ao IDEMA, IBAMA, governo do Estado e aos governos municipais, no afã de contribuir com seus conhecimentos na temática, visando colaborar efetivamente no melhor uso e aproveitamento de nossos patrimônios culturais”, encerrou.

Serviço

Quem pode fazer parte da Sonarq: Podem fazer parte da SONARQ arqueólogos, ambientalistas, geólogos, geógrafos, historiadores, paleontólogos, jornalistas e demais especialistas e estudiosos dedicados ao ensino, à pesquisa e à divulgação de arqueologia, do meio-ambiente e de áreas afins, no compromisso de identificar, proteger e divulgar o patrimônio cultural material para melhor consolidar a identidade do povo norteriograndense.

Contatos:
Quaisquer informações podem ser conseguidas pelos telefones: (084) 9451-3083; (084) 3201-3381 e pelo e-mail sonarqrn@hotmail.com